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Curitiba terá unidade especializada em saúde da mulher, afirma Caputo Neto
Michele Caputo Neto anuncia que Curitiba terá em breve nova unidade especializada no atendimento ao público feminino, no Novo Mundo. Foto: Rogério Machado/SEDS

Curitiba terá unidade especializada em saúde da mulher, afirma Caputo Neto

Aproveitando a abertura da Campanha Outubro Rosa, dedicada à prevenção do câncer de mama, o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, anunciou que Curitiba deve ganhar em breve uma nova unidade especializada no atendimento ao público feminino. Trata-se do Anexo da Mulher, do Hospital do Trabalhador (HT), no bairro Novo Mundo.

A estrutura está em sua reta final de construção e deve ser inaugurada no primeiro semestre de 2018. O novo prédio, de 4 mil metros quadrados, tem três pavimentos e abrigará maternidade, ambulatório de gestação de alto risco, UTIs adulto e neonatal, enfermarias, consultórios de obstetrícia e ginecologia, entre outras alas da área de atenção materno-infantil.

“Esta é a maior intervenção física já feita no Hospital do Trabalhador desde sua fundação. Uma obra que com certeza será um marco importante para a saúde da capital, pois possibilitará um salto de qualidade do atendimento às mulheres de Curitiba e região”, destaca Caputo Neto.

Ao todo, o Estado está investindo cerca de R$ 7,5 milhões na construção do prédio, que fica ao lado do pronto socorro do hospital. A expectativa é que a unidade conte com o que há de melhor em equipamentos e aparelhos de última geração. “Queremos que o Anexo da Mulher seja modelo para o país, assim como é reconhecido o pronto socorro do HT. Com instalações adequadas, equipamentos modernos e equipe qualificada, tenho a convicção que nossas mulheres serão extremamente bem atendidas”, afirmou o secretário.

E o Anexo da Mulher nasce à luz dos protocolos e diretrizes da Rede Mãe Paranaense, que prioriza a humanização do atendimento a gestantes e bebês. “Mais que reduzir a mortalidade materna e infantil, o Mãe Paranaense trouxe o cuidado integral à todas as fases da gestação. Isso cria um ambiente mais seguro e saudável às futuras mães”, enfatiza Caputo Neto, que também atuou na equipe do então secretário municipal de saúde, Luciano Ducci, durante a implantação do programa Mãe Curitibana.

Para se ter ideia, estima-se que pelo menos 816 vidas foram salvas no Estado graças às ações da Rede Mãe Paranaense. Este é o número de gestantes e bebês que teriam pedido suas vidas caso fossem mantidos os indicadores de mortalidade materna e infantil de 2010.