Um dia no espaço

Um dia no espaço

Colégio Erasto Gaertner inova mais uma vez e lança 12 foguetes desenvolvidos pelos alunos

Para demonstrar de maneira prática e lúdica os conceitos da Matemática, Física, Biologia e Química, além das tecnologias envolvidas, alimentação, preparo físico e emocional de uma viagem a lua, o Colégio Erasto Gaertner promoveu um dia no espaço. Durante o evento cerca de 200 alunos puderam ampliar seus conhecimentos das disciplinas e partir da teoria para a prática. “Os professores serviram como mentores. Trabalhamos na problematização e sistematização. A partir das experiências dos próprios alunos eles identificaram problemas e propuseram soluções. Neste processo procuramos não dar as respostas, diante de uma dificuldade fazemos novas perguntas para que eles destravem e encontrem sozinhos uma saída”, destaca Daniele Shorne de Souza, professora de História do Colégio Erasto Gaertner, sobre a metodologia utilizada.

Além da sala de aula

Em Biologia os alunos entenderem como se dá a alimentação no espaço. Desde como os alimentos são enviados, conservados até a alimentação saudável da tripulação. A Matemática, por sua vez, explorou os cálculos matemáticos e físicos de lançamento, altura e todas as variantes. Química também trouxe aprendizados aos alunos, dentre elas a neutralização do gás carbônico, a eletrólise da água para obtenção do oxigênio, a diferença de volume quando existe alteração de temperatura e quando existe diferença de pressão. Outras disciplinas como Educação Física não ficaram de fora e abordaram como se dá a preparação dos astronautas antes e durante a viagem. No encerramento do evento os 12 foguetes construídos pelos alunos foram lançados com sucesso e os participantes premiaram os mais criativos.

Nasa e o Erasto

Para aprofundar todo o conhecimento no assunto, o Colégio enviou no início do ano uma carta a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa), nos Estados Unidos da América, solicitando materiais de apoio – que deverão chegar em breve – e ampliar o aprendizado. “O mais importante é criar pessoas melhores em todo esse processo. Em cada equipe o aluno é assessorado e recebe um feedback não só dos professores, mas também dos colegas de trabalho, além de fazer uma autoavaliação. Várias empresas se utilizam desta ferramenta e oferecê-las aos alunos nesta fase da vida é ajudá-los a solucionar problemas, trabalhar em equipe, negociar, ceder e desenvolver competências socioemocionais para tomada de decisão”, finaliza Daniele Shorne de Souza.